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AGE mantém greve, cobra avanço do acordo e reforça mobilização
Data de Publicação: 30/04/2026
A Assembleia Geral Extraordinária (AGE) realizada na manhã desta quinta-feira (30), no auditório da Adufs, teve como pauta central a avaliação da greve e os próximos passos do movimento paredista na UFS.
Durante a atividade, houve uma suspensão momentânea para que o CLG realizasse uma intervenção na reunião do Consu, denunciando a situação enfrentada pelas/os TAEs médicas/os veterinárias/os do Hospital Veterinário Universitário (HVU). Após a participação, os debates foram retomados.
Avaliação nacional
No âmbito nacional, foi informado que o Comando Nacional de Greve (CNG) solicitou às bases o preenchimento de um questionário encaminhado pela Fasubra. O objetivo é mapear o nível de adesão ao movimento nas universidades. O prazo para envio das respostas vai até o dia 11 de maio.
Já localmente, o CLG ficará responsável por consolidar os dados referentes à adesão em todos os campi da UFS.
A partir desse levantamento, será possível avaliar o cenário geral da greve e definir os próximos encaminhamentos do movimento.
Mobilização e cobrança do acordo de greve
Até a sistematização dos dados, a orientação é intensificar as mobilizações, especialmente nas reitorias das universidades.
Entre as pautas destacadas que devem ser priorizadas nas próximas atividades estão: as demandas das/os aposentadas/os, como a Aceleração da Progressão, o Reposicionamento e a reabertura de prazo para adesão ao PCCTAE.
Encaminhamentos aprovados
Como deliberação, foi aprovada por unanimidade a manutenção da greve, com nova reavaliação prevista para a próxima semana.
Também foi definido que as mobilizações devem seguir incorporando pautas como a implementação da jornada de 30 horas (incluindo as profissões regulamentadas), a regulamentação do RSC, o plantão 12x60, a hora ficta e a reativação dos Grupos de Trabalho (GTs) que ainda possuem pendências.
Moção de apoio
A assembleia aprovou ainda, por unanimidade, a publicação de uma moção de apoio e solidariedade às(os) TAEs da Universidade Federal de Viçosa (UFV), que enfrentam uma decisão judicial que declarou a ilegalidade da greve e determinou sua suspensão, sob alegação de descumprimento do percentual mínimo de funcionamento.
